terça-feira, 29 de maio de 2012
Versos de uma manhã
Quando eu sorria, querendo que fosse,
sorvia em sonhos dos teus lábios o doce.
Amanhecia em lágrimas choradas para o nada
e clamava, em pensamentos,
poder querer estar contigo, minha amada.
Das minhas desatenções tiraste a raiva
que crescera em flor e,
como mágica.,
desabrochara em amor,
Sei que por vezes choraste
pelos olhos daquele que não te parecia sorrir.
Dele, ganhaste um não.
Deste que vos fala, ganhaste o coração.
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“Via-se perfeitamente que estava viva pelo piscar constante dos olhos grandes, pelo peito magro que se levantava e abaixava em respiração talvez difícil. Mas quem sabe se ela não estaria precisando de morrer? Pois há momentos em que a pessoa está precisando de uma pequena mortezinha e sem nem ao menos saber. Quanto a mim,substituo o ato da morte por um seu símbolo. Símbolo este que pode se resumir num profundo beijo mas não na parede áspera e sim boca-a-boca na agonia do prazer que é a morte.”

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